quinta-feira, 19 de março de 2009


Acabaram de me telefonar da IVI e os meus dois meninos superaram a 1.ª fase.


Às 18H30 minutos vou busca-los! Beijos para todas, vou chocar

segunda-feira, 16 de março de 2009


o sábado fui à IVI, fiz a eco estava tudo bem! A Dr.ª mandou-me administrar logo o Pregnyl, e quinta feira se tudo correr bem faremos a transferência .
Por outro lado, ando a sentir-me muito cansada desde que administrei o pregnyl e ando a sonhar tanto disparate!!!

Óh Ceus!!!

quarta-feira, 11 de março de 2009

Mais uma moedinha mais uma voltinha





Hoje fui à IVI fazer a minha primeira eco, para ver os ovários. Uma vez que, no mês passado fiz um ciclo de 19 dias.
Os ovários estavam normais para o 10.º dia do ciclo. A Dr.ª Catarina marcou-me nova consulta para sábado e mandou-me levar o pregnyl.
Possível transferência para 4.ª ou 5.ª feira.
Eu cá me mantenho envolvida por um estado Zen. Depois de dois negativos começo a mentalizar-me que não vale a pena estar a Stressar, estes processos estão longe do meu alcance... Caso contrario, já o tinha agarrado!

domingo, 22 de fevereiro de 2009

A esta altura do campeonato questiono-me com os problemas de implatação e nidação. O que leva um processo de FIV falhar com alguns casais!


RESUMO DA PESQUISA COMPLEMENTAR POR FALHA DA FERTILIZAÇÃO IN VITRO

Embrião:

- idade- zona pelúcida (Assisted Hatching)- fragmentação do DNA do espermatozóide- alterações cromossômicas (PGD ou DPI)- protocolos de estimulação ovariana

Útero / Endométrio:

- miomas- aderências- pólipos- endometrite- endométrio fino- hidrossalpinge- transferência dos embriões- problemas do endométrio

Sistema Imunológicos

- Cross Match- Trombofilias

Endometriose

- peritoneal- ovariana- profunda- infiltrativa

Perspectivas futuras

V, Anti-anexina V, Citocinas Th1 e Th2, Glicodelina-A e IGFBB-L, HLA-G (Human Leukocyte Antigen-G-já é uma realidade mas ainda necessita de mais estudos), CGH (Comparative Genoma Hybridization –semelhante ao PGD, identifica os embriões com problemas cromossômicos), INVOcell (a fertilização ocorre dentro de uma cápsula colocada dentro da vagina) ORG36286 (uma nova medicação injetável para ser aplicada uma vez por semana ao invés de uso diário) e a SEED (Sub Endometrial Embryo Delivery)

Conclusão e novas perspectivas

A avaliação das falhas de tratamentos por fertilização in vitro é muito complexa e deve ser individualizada para cada casal. Muitos pacientes ao terem um novo diagnóstico que talvez justifique o insucesso dos seus tratamentos, perguntam a si mesmos e a seus médicos porque esta iniciativa não foi tomada antes que ocorressem fracassos sucessivos. É importante enfatizar que vários destes exames são alvo de controvérsias e discussões no mundo inteiro. Existem ainda outros como a dosagem da Anexina V, Anti-anexina V, Citocinas Th1 e Th2, Glicodelina-A e IGFBB-L, HLA-G (human leukocyte antigen-G que ajuda selecionar o melhor embrião), CGH (comparative genoma hybridization – algo semelhante ao PGD que identifica os embriões com problemas cromossômico mas, de uma forma menos agressiva), INVOcell (a fertilização ocorre dentro de uma cápsula colocada dentro da vagina) ORG36286 (uma nova medicação injetável para ser aplicada uma vez por semana ao invés de uso diário) e a SEED (Sub Endometrial Embryo Delivery – uma mini câmera é inserida dentro do útero no momento da transferência para se localizar o melhor local para a implantação), que tem indicações restritas mas talvez, num futuro próximo, possam ser utilizados.
Muitos questionam quanto ao real valor de alguns destes diagnósticos e técnicas e se realmente justificariam o fato de não ter ocorrido a gravidez. Por isto não é todo profissional que concorda em solicitá-los e quando o fazem deixam como uma opção mais remota. Cada médico tem a sua experiência profissional e obedecem rigorosamente o conceito da "medicina baseada em evidências" e por isto não valorizam estes tratamentos. Entretanto muitos deles, que “ainda não têm evidências”, mas poderão ter no futuro, têm proporcionado, no presente, resultados positivos de gravidez (Conheça depoimentos de sucesso, clique aqui).

Fonte: http://www.ipgo.com.br/por.html

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009


Como estou a preparar-me para fazer a minha primeira Tranferência de Embriões Congelados (TEC) decidi fazer uma pesquisa sobre o tema, e descobri que os:




Embriões congelados, bebês mais saudáveis?



Estudo mostra que os embriões resfriados são mais fortes e com menos chances de gerar crianças com má formação congênita Carla Conde

Embriões congelados podem gerar bebês mais sadios. É o que mostra uma pesquisa do Hospital e Universidade Rigshospitalet Conpenhagen, na Dinamarca. De acordo com os resultados, esses embriões se desenvolveriam de forma mais saudável no útero da mulher, uma vez que são melhores e pesam mais por causa do processo de resfriamento. "Os embriões congelados possibilitam que a gravidez chegue a 40 semanas e não há grandes riscos da criança ter má formação congênita", afirma Anja Pinborg, coordenadora do Hospital Rigshospitalet de Conpenhagen. O estudo comparou cerca de 17 mil crianças desenvolvidas por embriões frescos e 1.267 a partir de embriões congelados e nascidas entre 1995 e 2006,. O resultado mostrou que o processo de congelamento faz com que as crianças sejam mais pesadas que os bebês desenvolvidos de embriões naturais. Congelar os embriões ajuda os casais a terem mais chances de ciclos de fertilização com apenas uma coleta de óvulos. A técnica também auxilia na redução do número de vezes que o ovário é estimulado com medicamentos. Os embriões são descongelados e colocados de volta no útero de 3 a 5 dias depois da ovulação, da mesma forma em que os naturais são usados. Segundo Marcelo Afonso Gonçalves, ginecologista da Universidade de São Paulo, o sistema de congelamento ajuda muitas mulheres a engravidarem. "O embrião fica mais forte por causa do processo de congelar e descongelar. É por isso que a criança consegue ficar as 40 semanas no útero", diz.